Embora nestes primeiros tempos sejamos mais conhecidos pelas salas de ensaio, o Estúdio Entreparedes faz jus ao seu nome e é também um verdadeiro estúdio, onde se grava e produz todo o tipo de música e áudio em geral. Para que fiquem a conhecer um pouco do nosso trabalho, disponibilizámos no Soundcloud - e aqui no site - alguns exemplos do que se tem feito Entreparedes ao longo deste ano e meio. Para quaisquer questões ou informações, estamos cá.

A partir de hoje, o Estúdio Entreparedes passa a estar aberto todos os dias até às 2h da manhã :)

Depois de na semana passada termos recebido um verdadeiro carregamento de barrotes de madeira, esta manhã arrancaram finalmente as obras da segunda e última fase do Estúdio Entreparedes.
Além de um salão e duas salas de formação/aulas que não sofrerão grandes alterações, há planos para fazer nascer duas novas salas de ensaio e uma pequena sala multiusos. A maior parte das obras terá lugar no primeiro andar do prédio, mas o rés-do-chão também apresentará algumas novidades.
Prometemos ir dando notícias à medida a que as obras forem avançando. Entretanto, o espaço como actualmente o conhecem continua aberto para ensaios e gravações, no horário habitual!


Ontem o Carlos Santos teve a gentileza de passar por cá para nos trazer dois belos exemplares do single Theme for Ambition dos Melancholic Youth of Jesus. O artwork é da autoria do Rui Sousa.
Lançado no dia 26 de Março, o single já tem uma segunda edição no forno, uma vez que a primeira está já a esgotar. Garante aqui o teu!
Nunca é demais dizer que é um orgulho para o Estúdio Entreparedes fazer parte deste projecto :)


Os The Melancholic Youth of Jesus estão de volta com o single Theme for Ambition, gravado no Estúdio Entreparedes e editado pela Ethereal Sound Works.
Ouve aqui mesmo o tema que abre o apetite para o regresso desta emblemática banda portuense!
E se quiseres aparecer no vídeo da Theme for Ambition, envia um vídeo caseiro teu para a banda! Mais detalhes aqui.![]()

Parte do nosso trabalho aqui no estúdio passa por garantir que o equipamento está sempre à altura do que nos propusemos para o espaço. Isso significa que temos que manter-nos atentos a tudo e ir substituindo peças com alguma frequência. Hoje, por exemplo, foi a vez dos braços dos tripés de microfone.

A pedido de muitas famílias, dispomos a partir de hoje de uma pequena loja de acessórios, para conveniência dos utilizadores do nosso espaço.
Na vitrine a que chamamos loja temos baquetas, palhetas, cordas, correias e cabos, entre outros acessórios daqueles que dão sempre jeito. E mesmo quem não costume ensaiar por cá está à vontade para bater à nossa porta (ou, mais precisamente, tocar à campainha!) se precisar de se abastecer fora de horas, já que estamos abertos todos os dias até à meia-noite às duas da manhã.
Para conheceres a nossa oferta e preços, clica aqui.

Demorou um bocadinho, mas o prometido é devido.
Além do crash de 18 polegadas com que cada sala já conta desde a passada Sexta-feira, e que tem recebido um feedback muito positivo por parte das bandas que já o experimentaram, o Paulo conseguiu finalmente arranjar tempo para trocar as peles de ambas as baterias :)
Outra novidade é que a partir de agora o pedal duplo passa a fazer parte do equipamento-padrão de ambas as salas, pois comprámos um Gibraltar Avenger II para fazer companhia ao Tama Iron Cobra que até aqui vinha sendo trocado de sala consoante as necessidades e preferências de cada banda. Que tal?


Talvez não tenham reparado, mas a tarola e o timbalão de chão da Sala Azul já há algumas semanas não eram os originais da nossa bateria DrumCraft. Partiu-se uma pecinha de cada um, e tivemos que recorrer a uma tarola e um timbalão suplentes.
No passado dia 17 de Janeiro escrevemos à DrumCraft a explicar o problema, na vaga esperança de que nos substituíssem as peças em questão. Não nos parecia muito provável, mas não perdíamos nada em tentar.
Alguns dias depois recebemos a resposta: enviem-nos a morada. E esta manhã tocou à campainha um estafeta da GLS, que nos entregou uma caixa de cartão proveniente da Alemanha. Cá estavam, sem quaisquer custos, nem mesmo de envio, peças suplentes para a tarola e o timbalão.
Assim vale a pena. Nada como lidar com empresas que prezam o cliente, e por isso não poderíamos deixar de dar o devido crédito à DrumCraft. Altamente recomendada :)

Não é novidade para ninguém que, para a maioria das empresas actuais, e nomeadamente para aquelas que se dirigem a um público jovem e bastante familiarizado com a Internet, é fundamental manter perfis em redes sociais. "Social media marketing" soa profissionalíssimo, e há de facto profissionais que o fazem muito bem, mas na realidade qualquer pessoa que use as redes sociais para promover alguma coisa - o seu negócio, o seu produto, a sua música, a sua causa, ou mesmo a si próprio - está a fazê-lo. Melhor ou pior, hoje em dia quase todos o fazemos de uma forma ou de outra.
O Estúdio Entreparedes também. Desde o início decidimos que teríamos perfis nas redes sociais mais importantes e tentámos gerir o nosso social media marketing da melhor forma possível. Neste post relatamos a nossa experiência ao longo deste ano e pico - as decisões, os erros, as dúvidas, as aprendizagens. Pode ser que alguém tire proveito.
Começámos, obviamente, por criar os perfis: os obrigatórios Facebook e Twitter, os musicais MySpace, Reverbnation e Palco Principal, mais tarde veio o Google+, e até no Yahoo Pulse entrámos, porque mais vale a mais do que a menos. No entanto, conscientes de que seria o caos gerir isto tudo, determinámos desde o início que só no Facebook o nosso perfil seria verdadeiramente dinâmico; o Twitter apenas reproduziria o que fosse postado no Facebook e nas outras redes sociais teríamos apenas um perfil estático com informação e contactos do estúdio, praticamente como se fosse um directório. Esta decisão rapidamente se revelou acertada. Rapidamente percebemos também, até pelo tráfego encaminhado para o nosso site, que a verdadeira prioridade deveria ser o Facebook, o que naturalmente não nos surpreendeu.
Como é óbvio, cometemos vários erros. O primeiro foi criar um perfil, em vez de uma página, no Facebook. Pensámos que com o perfil seria mais fácil adicionar as pessoas que íamos conhecendo e assim criar uma base de seguidores de forma mais fácil e rápida. E de facto foi. Mas não demorámos a compreender que uma página era muito mais adequada à nossa presença online do que um perfil. Uma página é enquadrada na categoria correcta, permite preencher uma série de informações relevantes (do horário ao mapa, passando pelos preços), oferece aplicações interessantes, pode ser gerida a partir dos nossos próprios perfis sem termos que estar sempre a fazer logout-login ou usar um segundo browser, dá-nos informações sobre a popularidade dos posts que vamos publicando e não tem limite de seguidores, que para um perfil é 5000. Ainda estamos bem longe desse número, mas se mantivéssemos o perfil e acabássemos por lá chegar, seria complicado. Já para não falar nos novos timelines, que ainda são menos adequados a uma empresa (ou banda, ou associação, ou qualquer outra coisa que não uma pessoa individual).
Então decidimos criar uma página (ou melhor, um "place", que é um tipo de página específico para negócios locais, como a "band" para as bandas), numa altura em que o Facebook ainda não permitia a conversão de perfis em páginas. Começámos de raiz e fomos convidando os amigos do perfil, nesta altura já mais de 650, mas não foi fácil atingir sequer a metade desse número. Recordamos que a página não pode adicionar ninguém; podemos apenas sugeri-la aos nossos próprios amigos e esperar que outras pessoas a encontrem. Há ainda a possibilidade de publicidade, que chegámos também a experimentar e que nos pareceu ter tido resultados interessantes para um investimento bastante limitado.
Fomos mantendo o perfil e a página, e publicando cada post nos dois - uma chatice para quem fosse simultaneamente amigo do perfil e fã da página, que recebia tudo a duplicar no seu newstream. Íamos anunciando ocasionalmente que "agora temos uma página" e avisando que o perfil viria a ser eliminado, mas não estava a ser fácil "transportar" a base de seguidores criada no perfil para a página. Até ao dia em que o Facebook lançou duas funcionalidades que interessavam a pessoas na nossa situação (que basta procurar no Google para ver que não são poucas): a possibilidade de converter um perfil numa página e a possibilidade de fundir duas páginas, desde que tenham nomes semelhantes e administradores comuns. "Bingo! É mesmo isto que nós queremos!".
A conversão do perfil em página apagou todo o conteúdo até ali associado ao perfil - fotos, posts, notas, etc., mantendo apenas o nome e os amigos (agora fãs), o que para nós não foi problema porque já tínhamos a outra página activa com toda essa informação. Estávamos agora prontos a fundir as páginas, mantendo o conteúdo da mais recente. Mas tivemos uma surpresa: o Facebook só permitia incorporar a página menor (com menos fãs) na maior, e não o contrário. Ou seja, poderíamos juntá-las, mas perderíamos todo o conteúdo da menor (o da maior já havia sido perdido na conversão) e, mais grave, o username. O username, também chamado vanity url, é aquilo que permite que o endereço da nossa página seja facebook.com/estudioentreparedes em vez de facebook.com/pages/Estudio-Entreparedes/167126366670255. Sucede que o username só pode ser mudado uma vez, e nós já o tínhamos mudado quando, no tempo em que ainda era perfil, tivemos que mudar de /estudioentreparedes para /entreparedesestudio, para passar o primeiro para a recém-criada página. Ou seja, ficando com o username da página maior, ficaríamos presos a /entreparedesestudio, e /estudioentreparedes iria para o lixo. Um desperdício que foi a gota d'água.
Cancelámos a fusão e decidimos desactivar a página maior, ou seja, deixar de postar e substituir a imagem de perfil por esta que vêem à direita; manteríamos activa apenas a menor, com o objectivo de que esta ultrapassasse a outra em número de fãs e pudéssemos finalmente juntá-las, mantendo todo o conteúdo e username da página correcta. Era isso que vínhamos fazendo, e ontem ainda estávamos a mais de 100 fãs de distância. Foi então que reparámos que a linkzinha "merge duplicate pages" já nos aparecia na página que queremos, apesar desta ainda ter menos fãs do que a outra. Se o Facebook passou a permitir a fusão indiscriminada nos dois sentidos ou se o facto da nossa página maior estar inactiva nos abriu alguma espécie de excepção, não sabemos. Facebook works in mysterious ways. Mas a verdade é que a link estava lá, toda reluzente.
Clicámos. Com algum receio de que acontecesse alguma coisa inesperada, é certo, mas também com a confiança que obtivemos de ler vários testemunhos e experiências de pessoas que já o fizeram e com quem tudo correu bem. Felizmente fazemos também nós agora parte desse grupo: temos uma só página, com todo o conteúdo, endereço facebook.com/estudioentreparedes e um total de 1055 seguidores! Passa por lá e junta-te a nós!


